
As noites são frias. No aconchego do meu corpo entre os lençois, durmo suavemente. O meu subconsciente acompanha o silêncio da noite. Na amargura do silêncio surgem os sonhos, como que pequenas flechas que passam rapidamente, mas deixam as suas marcas. No entanto essas "pegadas" são degradadas com o nascer de um novo dia, e como que por magia tudo desparece da minha mente. Por mais que tente a memória fecha-se e os sonhos ficam retidos nela. Lembrar-me dessas pequenas flechas era um sonho tornado realidade : )
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